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Dia 31 de maio – Casa Turqueza – Paraty/RJ

terça-feira, 1 de junho de 2010

Nossa suíte na Casa Turqueza é a “Amarela”, já que cada uma das nove acomodações possui nome de cores e a decoração destas, segue um padrão utilizando objetos com as cores de seu nome. Aqui não cabe palavras para descrever o que se sente quando se entra. Desde a recepção, com gentis cavalheiros que acolhem o hospede de forma elegante, passando pelas sandálias havaianas em um cestinho, que cada hóspede ganha, com a finalidade de garantir um conforto e manter a casa limpa. Nossa suíte possui um dossel com voal branquinho, lençóis Trussardi, toalhas de mesmo nome, amenities de castanha do Pará da Granado, TV LCD com Sky, uma ducha quente e farta, cuidado nos detalhes, conforto e muito bom gosto.

Nosso dia iniciou com um café da manhã repleto de tudo que há de melhor. O suco de laranja vem com uma dose de suco de tangerina agregada, que confere um sabor mais que especial, salada de frutas servida em taças de cristal, pães quentinhos, croissant de amêndoas, rabanada quente, iogurte, cereais e mel, tudo servido na mesa, mas pode também ser servido na suíte. O horário quem define é o hospede e não tem hora para acabar.

Conheci a proprietária desse lugar e ela se chama Tetê Etrusco. Uma mulher pequena, mas quando se mostra é gigante… Me contou de suas andanças entre o Brasil e a França. De suas conquistas, seus amores, sua vida. Dos cinco anos para finalizar esse projeto da Casa Turqueza. De como é detalhista e exigente. Ao final pude concluir que somente assim se constrói coisas de grande valor e a Casa Turqueza é assim, de um valor único, uma espécie rara no Centro Histórico de Paraty.

Ficaria ali por alguns dias, mas nossa aventura não pode parar! Em nossa L200 seguimos viagem para alcançar ainda de dia Cunha, uma cidade que fica apenas 35 kms de Paraty, mas por uma estrada que somente um 4×4 pode ter o privilégio de cruzar.

 

Dia 28 de maio – Paraty e Angra dos Reis/RJ

sábado, 29 de maio de 2010

Sexta-feira amanheceu nublada. Fomos ao Porto de Paraty, conhecer de perto a embarcação Interprice, da Atlantis, a qual possui barcos para a pratica do liveaboard, com saídas de mini cruzeiros de 3 dias para mergulhos. A Interprice possui 8 cabines, com capacidade para até 24 pessoas. Um diferencial é a presença de um chefe de cozinha Frances, que elabora um menu especial para os viajantes. Depois seguimos nossa aventura para Angra dos Reis, onde encontramos nossa família, que veio do Rio, para um final de semana especial, na Ilha da Gipóia, na Pousada Canto do Hibisco.

Como chegamos com 2 horas de antecedência e tínhamos que esperar pela turma do Rio que chegaria somente às 20hs, decidimos pedir abrigo ao Vila Galé Resort, que fica próximo ao píer de embarque para a Gipóia, mas para a nossa surpresa,  o gerente do Vila Galé não nos deixou ficar lá e ainda por cima, informou pela recepcionista que se pagássemos R$ 100,00 poderíamos ficar lá para um café.

Como o tratamento dispensado pelo Vila Galé foi o pior possível, decidimos ir para o píer e aguardar por lá nossa turma. O píer fica em uma pequena Vila de amigos, os quais nos receberam com toda a simpatia e elegância, que apesar da simplicidade, foi de uma elegância e gentileza, ao contrário dos vizinhos esnobes do Vila Galé.

Um barzinho com uma cerveja gelada, peixe fresco, casquinhas de siri, ova de peixe, pasteis, entre outras delicias, nos distraíram até a chegada da turma. A travessia foi com lua cheia. O mar estava um espelho. Rever a filha e o meu bonito era tudo o que eu desejava. A saudade é a parte ruim da viagem e poder abrandá-la é como uma benção.

Já na Gipóia, um jantar nos aguardava feito pelas mãos de Cleide. Uma delícia! Dois bangalôs estavam preparados para nosso grupo. O de nome Hibisco, com direito à deck e banheira de hidro para os adultos e um outro bangalô vizinho, acomodou as crianças. Cansados, nos recolhemos para um merecido descanso, pois o dia seguinte seria dedicado para um passeio de lancha pelas ilhas de Angra.

Dia 27 de maio – Ubatuba/SP e Paraty/RJ

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Seguimos em direção à Ubatuba, pela Rio-Santos. Entre São Sebastião e Caraguatatuba, porém, uma obra fecha a estrada em determinados períodos e infelizmente ficamos paradas por horas, sob um sol de rachar a cuca!

Após uma exaustiva viagem, chegamos finalmente ao Itamambuca Eco-Resort, onde fomos recebidas pessoalmente pelo novo gerente, Rogério, que fez as honras da casa.

A chuva chegou conosco. Uma pena, pois o Resort possui uma das mais belas praias de Ubatuba, a praia que empresta o nome ao Hotel.

Aproveitamos para fazer uma trilha pelos manguezais, repletos de pássaros e também de siris, guaiamus e muita mata verde. Fomos também até a praia, que é cortada pelo rio e para se ter acesso, o Resort possui um sistema de balsa que leva e traz os seus hospedes com conforto, segurança e elegância também.

Muitas fotos foram tiradas para registrar a beleza do lugar, mas para se viver é preciso estar aqui e com certeza, a viagem vale a pena, pois aqui é um pedaço do paraíso!

Depois seguimos em direção à Paraty, onde nos hospedamos na Pousada Caminho de Ouro, que fica na Est. Cunha-Paraty e onde fica um dos melhores restaurantes locais, o Voilá Bistrot, sob o comando do chef francês Christophe Legond.

Passeamos pelas ruelas, tiramos fotos e tomamos sorvete. Ao final do dia, uma lua cheia, redonda e grande, subia nos céus de Paraty. Um anoitecer cheio de encanto, com direito a barquinhos ancorados na bela beira-mar de Paraty.

No jantar, um menu surprise nos foi servido pessoalmente pelo chef Christophe e sua dedicada esposa Adriana; De entrada uma Terrine de Sanglier (pate de javali, cogumelos frescos e avelã) e uma Soupe de Poisson Cordon Bleu (sopa de peixe, acompanhada de croutons ao alho com molho roille), seguido de magret de canard com molho de framboesa com vinagre balsâmico e mini legumes ao curry. Um belo vinho chileno Merlot, algumas histórias trocadas, amigos novos na bagagem e fomos dormir felizes por mais esse belo dia.