Dia 1 de novembro – Hopi Hari – Vinhedos/Sp

2 de novembro de 2010

Aproveitando o feriado, como já estávamos em SP, resolvemos ir conhecer a nossa Disney. O dia claro, sem chuvas e com temperatura ideal, pois o sol não estava muito a mostra, nos animou para um dia no Hopi Hari, localizado há apenas 40 minutos da capital paulista, em Vinhedo.

Meu amigo Helio Barbosa, representante do empreendimento no Rio, me presenteou com os passaportes. Como não tenho menores em casa, levei o Gabriel, meu enteado e, para não causar ciúmes, a minha pequenina Manoela, de 25 anos, com seu namorado de mesma idade.

Cronologias a parte, descobri que independente da idade, todos se divertiram feito crianças. Permiti-me até a montanha russa, que me deixou literalmente de cabelos em pé. Radical!

Muitos brinquedos espalhados por uma área gigantesca funcionam das 10h00 às 20h00, quando o dia termina em Hopi Hari com uma queima de fogos.

Dia 20 a 22 de outubro – Pausa para ABAV 2010

23 de outubro de 2010

Nossa grande aventura foi paralisada por algumas semanas, devido aos preparativos da maior feira de turismo do Brasil, realizada anualmente no Rio de Janeiro, onde há seis anos, expomos o que de melhor temos – Hotéis e Restaurantes Seletos.

Este ano, além dos hotéis, trouxemos também um pouco da MIT Aventura Elegante.  Nosso estande foi todo construído com base neste tema e as fotos abaixo irão contar um pouco de nossa participação neste evento. Na próxima semana a aventura continua, quando irei para SP, buscar a L200 que está vindo de São Luis.

Dias 11 e 12 de setembro – São Luis – MA

13 de setembro de 2010

Pela primeira vez em 50 anos, chego à São Luis, uma das 3 capitais brasileiras localizadas em uma ilha. As outras duas, para quem não se lembra, são: Florianópolis em SC e Vitória no ES.

Em São Luis fui recebida por Marcos Contente, diretor da Operadora Planeta Contente e um grande amigo e uma grande amiga, Mariah Frota, que fez a gentileza de nos colocar em sintonia e assim, de amigo em amigo, fiz mais um, pois Marquinhos Contente faz jus ao nome que tem e nosso encontro foi para ambos, de muita alegria e contentamento…

Ficamos no hotel do grupo Solare – Praia de Bela, e como chegamos já no final do dia, o tempo curto nos permitiu descarregar as malas, um bom banho revigorante e logo saímos para o jantar.

Marcos nos levou ao Restaurante Cabana do Sol, típico de carnes, com direito à baião de dois, macaxeira e manteiga de garrafa.

Em São Luis, a culinária tem o seu lugar de destaque. Aqui, além de pratos típicos e de restaurantes sofisticados, existem as “Bases”, que são os restaurantes mais tradicionais da cidade e que surgiram em quintais ou salas de residências familiares. Com um atendimento personalizado e temperos especiais, nas “Bases” pode-se experimentar os pratos típicos da culinária maranhense, como o arroz de cuxá e a torta de camarão ou caranguejo . Normalmente estão localizados na periferia da capital, longe da orla marítima e, apesar do bom atendimento, costumam ser rústicos.

Saborosa, a cozinha maranhense reúne influências indígena, portuguesa e africana, com grande variedade de frutos do mar e pitadas generosas de farinha. Não por acaso, o prato mais famoso da região é o arroz-de-cuxá. A iguaria é feita com verdura, camarões secos, gergelim e farinha de mandioca, sendo servida nos restaurantes especializados nas delícias regionais – das ”bases”, aos sofisticados. Os estabelecimentos mais concorridos se concentram no Centro Histórico.

A noite foi bastante agradável, mas o cansaço venceu e o dia estava reservado para um city-tour pela bela cidade. Assim, após o jantar, fomos dormir.

Um dia de sol nos acordou na capital maranhense. Como combinado, Marcos acompanhado de um guia local, nos encontrou no lobby do Praia de Bela, de onde saímos para um dia especial.

São Luis é uma cidade limpa e bem cuidada. O avanço imobiliário é notório. Muitos prédios de todos os tamanhos e formatos crescem por toda a cidade.

Nosso destino foi o Centro Histórico, que compreende uma área de 220 hectares de extensão. Cerca de 2500 imóveis estão tombados pelo patrimônio histórico estadual, e 1000 pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Parte desse sítio foi declarada Patrimônio Mundial em 1997, por seu conjunto arquitetônico colonial português adaptado ao clima do local.

Uma curiosidade arquitetônica do centro histórico é a preocupação com o clima, quente e úmido. Entre as soluções, o uso de azulejos na impermeabilização das fachadas de taipa, que vinham de Portugal nos porões dos navios e serviam de lastro. Na época era uma mercadoria sem muita importância, mas hoje em dia, confere uma beleza única a estas casas antigas.

Outra curiosidade que me chamou a atenção foi a nomenclatura destes casarios, distinguidos entre si por sobrados, casas térreas e solares. Sempre usei estes termos, mas confesso, com total falta de conhecimento. Os sobrados possuem até quatro pavimentos, sendo o térreo loja comercial e os outros pisos residências. Os solares, mais suntuosos, possuem muitos detalhes refinados e como o nome já diz é um “só lar”, sem comercio no piso inferior e as casas térreas, por fim, passíveis de várias classificações. Entre as construções a serem destacadas, encontram-se o Convento das Mercês, a Casa das Tulhas, as igrejas do Rosário e do Desterro, a Casa das Minas, das Fontes e das Pedras, o Teatro Artur Azevedo e o Palácio dos Leões. Graças ao nosso guia, tivemos acesso a um banho de história, que com ela construímos o que somos hoje.

Nosso tour ainda contou com uma passada pelo mercado público, onde fomos guiados pelo Wellington Santos, que foi um verdadeiro anjo conosco.  Lá comprei uma farinha típica, que é consumida com regularidade pelos moradores locais. Agradeço ao meu novo amigo Marcos Contente a oportunidade proporcionada e que ainda me fez o grande favor de cuidar da minha L200, quando retornei ao Rio, finalizando assim a etapa Norte de minha Mit Aventura Elegante.

Dia 11 de setembro – Lençóis Maranhenses – MA

12 de setembro de 2010

Em Barreirinhas, ficamos em uma Pousada de nome Lins, da família que foi uma das pioneiras na função de bem receber. A pousada é muito, muito simples. Não tem nem água quente… Aqui o conforto passou bem longe e quem não está acostumado às privações, terá que procurar uma alternativa de hospedagem, se quiser conhecer Lençóis.

Uma cidade de interior, onde o avanço já se apresenta misturado a barracas de ambulantes, carroças, burros de carga, motos, alto-falantes em meio às ruas, mas com um ar bucólico de cidade pequena.

Um porto no Rio Preguiça, que banha a cidade, é uma graça. A sua volta, restaurantes e barzinhos se enfileiram e atendem aos nativos e turistas à noite, transformando o local em uma movimentada festa.

Em Barreirinhas, a Santos, operadora de receptivo, nos proporcionou dois dos melhores passeios desta aventura. O primeiro foi o próprio Parque dos Lençóis Maranhenses, realizado em uma jardineira Off Road, que pega os turistas no próprio hotel e os conduz ao parque, com direito a guia. .

O Parque foi fundado em 1981 e é o principal símbolo do município de Barreirinhas. É uma das mais importantes formações de dunas do Brasil e é conhecido como o “Deserto Brasileiro”. Possui uma área de 150 mil hectares e é formado por extensas dunas que alcançam 40 mts de altura, com lagoas que formam piscinas naturais de rara beleza, alem de praias. O acesso é feito somente com guia e com horários pré-estabelecidos.

No dia seguinte, o passeio foi pelo Rio Preguiça, um maravilhoso curso d’água, localizado no complexo dos Lençóis Maranhenses. Mais uma vez a Operadora Santos nos reservou uma lancha rápida com um marinheiro, que ficou a nossa disposição durante toda a manhã e parte da tarde. Conhecemos locais maravilhosos, tais como o Povoado de Queimada dos Britos, Baixa Grande, Atins, Caburé, Mandacaru, Santo Amaro e Ponta do Buriti. Para quem não foi, insisto que vale a pena!

Dia 10 de setembro – Lençóis Maranhenses

11 de setembro de 2010

É chegado o grande dia! Hoje teremos a etapa mais difícil de nossa Aventura 4×4, quando iremos cruzar os lençóis maranhenses. Segundo Dadinho, nosso novo amigo 4×4, “É chegada a hora de separar homem de menino”, pois o trajeto exige experiência, além de uma máquina especial para a travessia. A máquina que temos é a melhor. A L200 é sempre vitoriosa nos principais rallies do mundo, mas a experiência de conduzi-la é pequena e quando chegamos a Paulino Neves, achei prudente conceder o comando da L200 ao Dadinho.

Nossa primeira providência foi murchar os pneus para 15 libras. Uma dica de aventureira: cada libra é igual a 1 minuto de pressão com uma chave no bico do pneu e em 15 minutos consegui a quantidade de libras ideal para a travessia (confesso que um tanto cética, mas na hora de calibrar os pneus em Barreirinhas, descobri que a dica funciona, pois os 4 pneus estavam com 15 lbs cada) coisa de aventureiro!

De Paulino Neves à Barreirinhas, foi de muita emoção e beleza. Dadinho me proporcionou uma experiência inesquecível. O lugar é lindo e novamente irei me eximir de palavras e fatos, assim as fotos dirão por mim. Foram, aproximadamente, 25km de areia fofa, riachos, lagos, burros, cabras, pau de araras, pequenas vilas perdidas onde o charme rústico simplista e humilde e um cheiro único, que chega a ser quase indescritível, se espalha pelo ar, cajueiros, pau a pique e sapê… Impossível não lembrar da delícia que foi sentir tamanha emoção, seja por causa da paisagem abençoada ou pelas manobras que nosso guia fazia. Vê-lo guiando a 4×4 por aquelas terras com maestria era incrível e hipnotizante, me fazendo crer que se eu tivesse continuado a guiar a L200 por aqueles caminhos não teríamos sido contemplados com tamanha carga de adrenalida que no final das contas é o que procuramos durante toda essa Aventura Elegante.

Dia 9 de setembro – Delta do Parnaíba – PI

10 de setembro de 2010

Dia seguinte, com sol e céu limpo, após o café da manhã, seguimos para o Porto das Barcas, onde pegamos a lancha da Clic Eco Aventura, rumo ao Delta do Parnaíba. Não tenho palavras para contar o que foi navegar pelo Delta… Algumas fotos poderão dizer melhor, mas posso afirmar que após esse dia, tudo mudou e agradeço novamente a oportunidade de estar viva e poder desfrutar de tantos momentos especiais. O Brasil é lindo!!!

De Parnaíba, seguimos para Tutoia, final do Delta, mas já em terras maranhenses, pelo MA034. Lá ficamos na pousada Jagatá, que gentilmente nos acolheu a pedido de Mateus, da Clic Eco Aventura.

Tutoia é um lugar belo, simples e perdido no fim do mundo… Mas serve de apoio estratégico aos aventureiros que cruzam em suas 4×4 de Jericoacoara ao Maranhão.

E foi neste lugar que conhecemos Dadinho, uma figura impar, que vive na região há alguns anos, sendo um dos pioneiros em Jericoacoara, com sua operadora de receptivo “Jerimoon”. Dadinho, xará de um irmão querido que já se foi, fez toda a diferença em nossa aventura, como você irá perceber nos próximos relatos.

Dia 8 de setembro – De Jeri à Parnaiba – CE

9 de setembro de 2010

Hoje é um dia muito especial nesta MIT Aventura Elegante. Iremos cruzar de Jeri à Parnaiba. Saímos de Jericoacoara cedo, pois precisávamos deixar Jeri antes das 9h00, por conta da maré.

Gercilio, nosso guia, o mesmo que nos conduziu à Jeri, quando chegamos à Gijoca, nos aguardava na Pousada Jeribá, para seguirmos viagem rumo à Parnaíba.

De Jeri à Camocim, passamos por dunas e praias, em um dos passeios mais bonitos que tive a oportunidade de realizar. Mangue Seco, local de reprodução de cavalos marinhos, depois Tatajuba, que mudou de área por conta do crescimento das dunas e finalmente Camocin, cujo acesso é por balsas que cruzam o rio de mesmo nome, em apenas 5 minutos.

A L200 cumpriu bem sua missão de nos atravessar por trilhas cheias de água e areia. Em Camocin calibramos novamente os pneus para pegarmos a estrada pavimentada e de lá seguimos até Parnaíba, passando por Barroquinhas, Chaval e Luis Correia, sul do Piauí e por inúmeras pequenas cidades e vilarejos. As pedras grandes em Barroquinhas nos chamaram a atenção.

Em Parnaíba, nosso receptivo foi a Click Eco Turismo, onde Mateus Portela Araújo, gentilmente nos acomodou em sua bela e recém inaugurada Pousada Vila Parnaíba.  Ao final do dia, demos uma paradinha no Restaurante Barcas, para no Canto do Caranguejo, nos deliciarmos com esses bichinhos vermelhos deliciosos. Uma curiosidade – todo o caranguejo consumido em Fortaleza (capital do caranguejo) vem do Delta do Parnaíba… Independente de onde vem, o que me importa mesmo é para onde vão e é para lá que eu vou, pois adoro esses bichinhos!

Dia 7 de setembro – Pousada Rancho do Peixe e pousada Jeribá – Jericoacoara/CE

8 de setembro de 2010

Ainda em Jeri, o dia foi de praia. Queríamos conhecer as belezas locais e um jovem guia de nome Jonilson, filho de pescadores, simples e especial, nos levou a conhecer a Lagoa Azul e a Encantada. Andar por este deserto somente com alguém que conheça bem, pois não há trilhas, nem tão pouco o GPS ajuda. “Vira depois daquele arbusto, segue por este lado, sobe e desce dunas…” impossível não se perder, caso não haja a bordo um perfeito conhecedor destas terras.

Nosso almoço foi na Pousada Rancho do Peixe em Preá, com direito a uma aula de Kite, que desde que vi aqueles lindos para quedas voando por sob as ondas, me estimulou a querer também.

Mosquito e sua bela esposa são os responsáveis pela guarderia (local onde se armazenam todo o material para a pratica deste esporte) e pelas aulas. Me receberam com muito carinho.

Ao final do dia, fomos para a Pousada Jeribá, bem próxima da Vila Kalango, a convite de nosso amigo Ricardo, que nos reservou a melhor suíte da casa, com hidromassagem, varanda e todo o conforto que uma aventureira muito exigente e acostumada apenas com o que há de melhor, pode necessitar. Alma de pousada com acomodações de um excelente hotel, com conforto e privacidade e as melhores vistas de Jericoacoara. A ambientação é super harmoniosa, baseada no artesanato nordestino. Um lindo jardim tropical, com plantas perfumadas, cria um ambiente propicio ao relaxamento e reflexão. Para completar, uma equipe treinada e atenciosa está sempre pronta para prestar um excelente serviço.

A noite, resolvemos jantar por ali mesmo, onde um peixe nos foi oferecido, acompanhado de uma garrafa de vinho.

Fomos dormir mais cedo, para nos prepararmos para mais uma aventura que nos aguardava na manhã seguinte – Seguir pela praia até Camocin… Boa noite!.

Dia 6 de setembro – Vila Kalango – Jericoacoara/CE

7 de setembro de 2010

A chegada a Jericoacoara foi um pouco complicada. Resolvi por conta própria alterar o roteiro e seguir pela 222. Isso aumentou em quase 90 minutos o tempo necessário para se chegar até lá.

Em Jijoca, contratamos um guia local, de nome Gercilio, que prontamente nos ajudou para colocar os pneus da L200 em formato especial para cruzar as dunas.

Ficamos no Vila Kalango, uma pousada a beira mar, de uma beleza e concepção única.

Inaugurada em 1999, a pousada Vila Kalango consolidou-se como uma das melhores opções em hospedagem na praia de Jericoacoara e rapidamente foi considerada uma das 10 melhores pousadas do Brasil.

Com seu estilo diferenciado, abriu as portas para um novo conceito de hospedagem, que une charme e simplicidade, conforto e rusticidade.

Sua localização é perfeita. Em meio a um espaço de 5.000 m2, está ao lado de um dos cartões postais de Jeri, a Duna do pôr-do-sol e em frente, está a praia principal onde tudo acontece.

Construída com material típico da região, como madeira moracatiara, palha de carnaúba e tijolos de barro, a pousada dispõe de palafitas suspensas por colunas de eucaliptos a 3 metros do chão, apartamentos com ou sem ar condicionado e bangalôs em forma de meia lua totalizando 24 (vinte e quatro) acomodações amplas e arejadas.

Toda pousada foi idealizada para oferecer ao hóspede ambientes para relaxar e descansar da rotina do seu dia-a-dia, como os decks para leitura com sombra dos coqueiros, o lounge com redes e sofás, a piscina com vista para o mar e duna…

Após baixarmos as nossas malas no bangalô, fomos dar uma volta por Jeri. Desde 1994 quando foi divulgada para o mundo como uma das 10 praias mais belas pelo Jornal Washington Post, o turismo se consolidou nesta pequena vila de pescadores. Desde então, turistas de diversas partes do mundo começaram a vir e se encantar pela beleza das dunas, extensas praias e pelo clima perfeito: sol e vento durante, no mínimo, 8 meses por ano. Jeri foi descoberta pelos amantes do Windsurf por volta de 1998 e desde então, além de ser uma das mais belas praias do mundo, passou a ser reconhecida também como um dos melhores lugares para se praticar Windsurf. À noite, um jantar delicioso no Restaurante Da Vinci, especializado em massas frescas. Um dos melhores que já fui.

Dia 5 de setembro – Gran Marquise Hotel – Fortaleza/CE

6 de setembro de 2010

Após um almoço leve, com salada de folhas frescas e belos camarões, nos despedimos de Fortim a fim de seguirmos nossa aventura em direção à Fortaleza. A estrada, porém é muito difícil, pois além de ser em mão dupla, muitos caminhões trafegam num ir e vir descontrolado, tornando nosso percurso cansativo.

Cheguei a capital cearense ao final do dia, louca por um banho, uma comidinha para abrandar a fome e uma cama confortável. Encontrei tudo isso no Hotel Gran Marquise, imponente, elegante e frente ao mar.

O Gran Marquise Hotel está classificado na categoria 5 estrelas luxo. Localizado na Avenida Beira Mar, praia do Mucuripe, a 12 km do centro de Fortaleza, o Hotel oferece uma completa estrutura para viagens de negócios e lazer, dispondo de 230 quartos, lobby bar, piscina, health club, business center e salões de eventos com capacidade para até 1.700 pessoas.

Possui ainda três restaurantes segmentados: o Mucuripe Grill, especializado em massas, risotos, saladas, grelhados e que, aos sábados, serve a melhor feijoada da cidade, assim eleita por oito anos consecutivos pelo júri da revista Veja Fortaleza; o Mangostin, especializado nas culinárias da Tailândia, China, Coreia e Japão; e o Nostradamus, que recebeu em 2010 o prêmio de melhor restaurante do Nordeste pelo Guia 4 Rodas.

O Gran Marquise Hotel é uma das empresas integrantes do Grupo Marquise, holding cearense que atua também nas áreas de construção civil, ambiental, finanças e comunicação. Fundado em 1974, o Grupo Marquise atua hoje em 17 estados brasileiros com mais de 3 mil colaboradores.

No dia seguinte, passeamos pela Praia do Futuro, fomos ao mercado publico comprar artesanato e castanha de caju, tiramos algumas fotos para o álbum de recordação e arrumamos novamente as malas, para no dia seguinte cedo, partirmos para Jericoacoara.